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segunda-feira, 29 de junho de 2015

sábado, 27 de junho de 2015

"MODINHAS" & ENGAJAMENTO


Seu amigo reclamando da "modinha" também faz isso? Melhor ignorar vai que é doença...

A propósito, curta a minha página no Facebook, antes que vire modinha.
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quinta-feira, 25 de junho de 2015

ENTENDEU?


Como desenhista, confesso que eu fico ofendido quando ouço alguém falar "entendeu, ou quer que eu desenhe?"

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segunda-feira, 22 de junho de 2015

VIDA DE INSPETOR DE ALUNOS # 71


Quer ler mais, enquanto espera pelo lançamento da revista VIDA DE INSPETOR DE ALUNOS?
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sexta-feira, 19 de junho de 2015

VIDA DE INSPETOR DE ALUNOS # 70

Toda véspera de feriado é igual...


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E, lembrando, a revista "Vida de Inspetor de Alunos" está pronta! Será lançada em breve. Aguarde informações aqui e lá na fanpage.

terça-feira, 16 de junho de 2015

JANTAR ESPECIAL


Piadinha besta, eu sei... rsrs
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EXTRA! EXTRA! EXTRA! EXTRA!
Hoje é o dia em que terminei da montagem da revista VIDA DE INSPETOR DE ALUNOS! Agora, é procurar uma gráfica pra orçar.

domingo, 14 de junho de 2015

O LIVRO DE OURO DE HAGAR, O HORRÍVEL


HAGAR, O HORRÍVEL
Se existe um personagem de humor que parece que nunca vai deixar de ser atual, esse personagem com certeza é o Hagar. O Viking criado por Dik Browne em 1973 vem fazendo os leitores rir em vários países desde então. Satirizando a cultura viking, mas principalmente traçando paralelos com o cotidiano atual, Browne criava sacadas geniais com Hagar e seus coadjuvantes.
A editora Pixel acaba de lançar uma edição especial “O LIVRO DE OURO DO HAGAR, O HORRÍVEL”, nos mesmos moldes do Livro de Ouro do Recruta Zero. Uma coletânea das primeiras tiras produzidas por seu criador.  Custando apenas R$19,90, o álbum pode ser encontrado em bancas de jornais e lojas de quadrinhos. E, pra quem gosta de humor, é uma edição imperdível!
O livro não publica as tiras na ordem cronológica (o que seria bem mais legal, valorizando o trabalho “histórico” da edição), mas contém tiras apenas dos anos 70, principalmente dos primeiros anos delas. E também há uma divisão temática. Há as tiras estrelada por Hagar, depois as que mostram sua vida familiar, tiras onde o foco é seu “primeiro oficial” Eddie Sortudo, seu cachorro, e assim por diante, em suas 130 páginas.
As tiras do Hagar são de um humor simples, sutil, mas inteligente. Se apoiam tanto na construção de cada personagem quanto nas situações diversas do dia a dia pelo qual eles passam, seja o cotidiano dos vikings quanto o nosso atual, “disfarçado” como naquela época. Não seria exagero dizer que eles foram grande fonte de inspiração para os Simpsons, tanto no estilo dos personagens (Hagar e Helga são muito semelhantes a Homer e Marge), quando nas pequenas sátiras sociais, e mesmo no estilo cômico das histórias. Lembro até de um episódio dos Simpsons em que Bart reclama que sua mãe não o deixa ler Hagar, e Marge diz que acha sem graça.
Aliás, sobre a vida familiar, os “conflitos” entre Helga e Hagar geram as melhores tiras e histórias. Forte e determinada sem ser pedante, ela não é criada no clichê da esposa rabugenta, mas sim como o braço forte da família, que cuida pra que tudo fique em ordem, principalmente dentro de casa. Claro que não faltam piadas com as pequenas brigas de casal, com os hábitos grossos de Hagar, e as diferenças entre homens e mulheres em uma relação.
Os filhos do casal são também uma atração à parte. Indo contra o que se espera tradicionalmente dos gêneros, Hamlet, o menino, é sensível e contra a violência, enquanto Honi, a filha mais velha, tem o ímpeto de uma guerreira, embora esteja sempre procurando um marido (e os pretendentes nunca são tão fortes quanto ela, diga-se de passagem).
Com isso, e outros elementos, as tiras dos personagens agradam a todo tipo de leitores. E esta edição da Pixel, apesar de simples é bem agradável, contendo também um texto de Otacílio d’Assunção sobre a origem e criação do personagem.
Se você quer rir muito, compre esta edição, seja você um viking ou não.


sexta-feira, 12 de junho de 2015

DIA DOS NAMORADOS


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terça-feira, 9 de junho de 2015

VIDA DE INSPETOR DE ALUNOS # 69


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E, lembrando: a revista que vai compilar as minhas tiras como inspetor está quase pronta!

domingo, 7 de junho de 2015

PRODUZINDO A REVISTA


E então, o que acha? É suficiente? Está ansioso pra ter a revista impressa em mão? É só segir este blog, e curtir a minha fanpage no Facebook, pra ficar informado sobre a produção da revista!
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sexta-feira, 5 de junho de 2015

UMA HQ APAIXONADA.


Essa poderia ser uma "Vida de Inspetor de Alunos" na boa, afinal acontece no trabalho... rsrs

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quarta-feira, 3 de junho de 2015

O DESPERTAR


O DESPERTAR

O DESPERTAR é, sem dúvida, a melhor história escrita por Scott Snyder até o momento! É raro os escritores (de qualquer mídia que seja) que conseguem criar uma história que mude de gênero na metade, e mantenha a coerência. E Snyder conseguiu. Além de o ter feito em uma trama que prede o leitor até a última página. Mini série em 10 edições (aqui publicada pela Panini em dois volumes encadernados), a primeira parte é uma história de terror, enquanto a segunda é uma Ficção Cinetífica com ares pós-apocalipticos. Com 200 anos de distância entre as duas partes, elas se ligam em pontos chave dos mistérios de ambas, de forma fascinante, embora nem todo leitor possa achar agradável.
A primeira parte é uma mistura de FC com terror, na melhor linha do primeiro filme “Alien”, com um pouco de “O Segredo do Abismo”. Aliás, ligá-la com filmes é a melhor forma de descrever essa HQ. Afinal, o ritmo narrativo é bastante cinematográfico, seja no ritmo com a trama flui, seja no fato de ela ser contada sem recordatórios de narração. A história começa com a Dra. Lee Archer, uma bióloga marinha especializada no canto das baleias. Ela é recrutada pra fazer parte de uma equipe pra investigar sons misteriosos vindo do fundo do oceano. Quando chega na base onde irá trabalhar, ela toma contato com estranhas criaturas que parecem híbridas de peixes com humanoides, e por isso acabam sendo chamados de “sereios”. Esses seres segregam uma toxina que causam alucinações, e aparentemente, estão começando um ataque aos habitantes da superfície.
Intercaladas com cenas aparentemente sem conexão com a trama principal, a história é a típica “nós contra criaturas desconhecidas”, com a equipe lutando pra sobreviver às criaturas, ao mesmo tempo em que precisam aprender a juntar forças (tem até os clichês de grupo de personagens com o líder natural, o cabeça dura, o mais esperto, etc.), além de descobrir o que são essas criaturas e o que elas querem.
Na segunda parte, duzentos anos se passaram. O ataque dos sereios na primeira parte fez com que o nível dos oceanos subisse, inundando grande parte do globo. A humanidade vive em construções feitas acima do nível do mar. Há pouca água doce potável no planeta. E a sociedade se estruturou em novos “governos”, sendo que o que restou dos EUA é dominado pela governadora.
Nesse cenário, vive Leeward. Vivendo nos guetos dessa nova sociedade, ela sobrevive caçando sereios, e vendendo as cabeças pra quem usa o veneno deles pra vender como “consumo recreativo”. Ela é obcecada em usar um antigo rádio pra captar sons das profundezas, do que antigamente eram os EUA. Um dia, ela capta o sinal do que pode ser a Dra. Archer, de duzentos anos antes. Enquanto tenta ir atrás da fonte do sinal, ela passa a ser perseguida pelos soldados da Governadora. Juntando-se á um grupo de piratas, ela continua ua busca, que pode trazer também os segredos dos sereios, e fatos desconhecidos da história da humanidade.
Esta segunda parte é tão diferente da primeira, que muitos leitores reclamaram, achando que ela não é tão boa quando a primeira. De fato, se não fossem os sereios, poderíamos considerar como sendo outra HQ distinta. Além de mudar o cenário da trama, Snyder também altera o estilo narrativo, adequando-o ao clima da história, meio “Mad Max na água”. Mas, fora isso, a trama é tão cativante quando a anterior. Se o roteirista tem algum problema, é apenas o fato de todas as informações sobre os mistérios dos sereios serem despejados de uma vez para o leitor nos momentos finais. Além de ser muita informação pra ser assimilada de uma vez, ela quebra o ritmo da leitura. É como se toda a construção da história de repente caísse de uma vez, pra dar lugar às explicações. Fora isso, continuo a achar que este é o melhor trabalho dele até o momento.
E quanto à arte de Sean Murphy, ele dispensa apresentações. Com seu estilo peculiar, mas bastante expressivo, aqui ele apresenta um estilo mais solto, em várias páginas parecendo mais “limpo” que o seu usual. Aliás, comparando com outros trabalhos do artista, muito do ritmo fluente da narrativa se deve ao seu traço.
De modo geral, essa HQ pode não ser nenhuma revolução do gênero, mas ao apresentar uma história inteligente e bem amarrada, ela se torna um bom exemplo de FC em quadrinhos, e uma das melhores publicações do primeiro semestre deste ano.